ArchanjO UndeR TraininG


miligois:

ui..

Digo é nada… :X


Via Mili Gois


Tsc tsc tsc…

(Source: bef0re-midnight)


Via Mili Gois


Kkkkkkkkk’ ;D


Via Blog do Troll

Bang

blogdotroll:

Kkkk’ Aí você compra um cachorro com essas expectativas auehuaeh

Via Blog do Troll

(Source: blogdotroll)





picanaorelatada:

FRIEND ZONE LEVEL INFINITO



novemberwithyou:

CLICK THE SQUARES.

THE WHOLE WORLD NEEDS TO KNOW ABOUT THIS.

This is so Cool

(Source: mightygiggle)


Via Let's be disposable friends.


   Ele era um dos mais atraentes. Ela era apenas mais uma garota romântica. Ele gostava de praticar esportes. Ela gostava de flores. Ele sai com os amigos. Ela prefere ficar sentada na praia. Ambos não se conheciam e ambos eram apaixonados pelo nascer do sol. Toda semana ela ia para uma montanha que ficava em frente ao mar, colocava seu lençol sobre o chão e se deitava na grama bem verde ao lado de um campo de Lírios. Ele se deitava na areia da praia, e os dois viam o sol nascer, e ficavam ali, parados sem pressa de sair. Sem imaginar que iriam se encontrar, andavam despercebidos pela calçada, não olhavam pra frente somente para o lado vendo as ondas, até um bater de frente um no outro.
   - Desculpe - disse ela, com sua voz meiga e com um sorriso tímido.
Ele fica admirado com o jeito dela e fica envergonhado.
   - Não…  Que isso…  Eu que peço desculpas. Mas… Qual é o seu nome? Posso saber? – Meio nervoso, com um tom de voz baixa.
   - Claro. Meu nome é Mari, e o seu? – Olhava fixamente para a mão dele, cujo a mão segurava um Lírio, sua flor favorita.
   - Mari, que lindo o nome, eu me chamo Guilherme - percebendo o olhar de Mari e o seu sorriso encantador, ele a oferece a flor.
  - Obrigada, ela é linda! – olhando ao rosto de Guilherme, segura a flor com duas mãos, sobre o peito.
  - Agora eu tenho que ir, tenho umas coisas pra resolver, outro dia a gente se encontra por aqui de novo – e a beija suavemente no rosto.
  - Eu vou adorar, beijos. Tchau.
  
Guilherme não conseguira tira a Mari da cabeça, não saia dos seus pensamentos a imagem do seu rosto. Mari seguia sua vida, sem pensar muito em Guilherme.
Na semana seguinte, como de rotina, Mari foi para a montanha com seu lençol e seu café expresso. Com o vento batendo levemente no campo de flores, deixava o clima bem mais aconchegante, Guilherme chega devagar, arranca do campo um Lírio e sentou –se ao lado de Mari lhe entregando a flor.
  - E mesmo com um campo com a mesma flor, essa é a única como você. A mais bela flor e a mais perfumada – disse, com um sorriso meio de lado e um olhar brilhante.
  - Ah muito obrigada, mas não sou tudo isso, desperdiçou suas lindas palavras.
 - Não desperdicei nada, tudo o que falei, foi a mais pura verdade.
 - Mas insisto isso é muito pra mim…
 - E por fim o sol nasceu mais vez, com um belo brilho avisando que o dia será mais bonito que o dia anterior. Mari e Guilherme ficaram lá praticamente o dia todo conversando. E isso já vinha se repetido em algumas semanas, e em todos os encontros de Guilherme no campo, ele tirava uma flor e entregava a Mari, como uma das mais belas formar de demonstrar o seu carinho.
  Mari já estava se apaixonando por ele. Ela não vivia mais triste, pelo contrário vivia sorrindo – dessa vez não precisava fingir seu sorriso, ela já tinha seu motivo de sorrir – que deixa suas amigas bem mais despreocupadas. Elas já conheciam o Guilherme e já aprovaram ele, achavam ele lindo, de bom coração e um fofo, liam todas as mensagens dele no celular de Mari, e cada uma expressava seus sentimentos, diferenciando as palavras, mas com o mesmo significado, ele a ama.
 Ele achava que já estava na hora de pedir a sua pequena em namoro, pois não aguentava mais vê-la e não tê-la em seus braços a protegendo e a fazendo feliz.
 No dia deles se encontrarem de novo no campo, Guilherme estava nervoso e suas mãos, era o momento mais esperado da semana, o pedido. Havia comprado um caixa de bombons de chocolate e em um deles havia colocado uma aliança gravado com seu nome e o dela.
 Guilherme chegou ao campo com a caixa de bombons toda enfeitada, estava chovendo, e ela não estava lá, fica meio preocupado, pois Mari nunca falta assim, e mesmo chovendo deveria ter avisado de que não iria. Pega o celular disca o seu numero favorito, o dela, abre um sorriso meio torto ao ouvir o celular chamando, mas para sua tristeza ninguém do outro lado pra atender, tentou mais duas vezes e nada. Decide então ligar pra uma das amigas dela.
 - Alô -  disse com uma voz baixa, como tivesse passado a noite chorando.
 - Oi, é o Guilherme, sabes me dizer por onde anda a minha Mari? Preciso muito, muito mesmo falar com ela.
 - Você não soube? – ela respirou fundo.
 - Soube do que? – e a voz de preocupação volta- Aconteceu alguma coisa?
- A nossa Mari sofria de uma doença rara que não tem cura, e que a qualquer momento ela poderia partir…
 - Não! Por favor não me diga que ela…
 - Sim, ela morreu – começando a chorar de novo - , é difícil pra mim, ela era minha melhor amiga…
- O quê? Ai meu Deus – fica paralisado, deixando a caixa de bombons caírem em uma possa d’água, e começa a chorar-, minha pequena, por que teve que ir logo agora?
- Guilherme fica calmo – ela diz tentando deixa-lo mais calmo -, ela me deixou uma carta, pra mim entregar pra você.
- Eu estou indo pra ai agora…
Guilherme chega desesperado na casa da amiga de Mari, sai do carro, abre o guarda-chuva, vai em direção ao portão, quase não conseguindo andar, sem forçar, com os olhos vermelhos, Ela entrega a carta e diz:
 - Ela mandou eu entregar isso pessoalmente a você, antes dela partir, ela se sentiu muito mal e no caminho do hospital, escreveu esta carta a você, o único amor da vida dela.
 - Eu agradeço.
Guilherme abre a carta, o cheiro que tem o papel é o mesmo perfume que sua Mari usava, nervoso, quase não conseguia  se manter em pé, se senta ali mesmo na calçada, abre o papel já todo molhado por suas lágrimas e ler:

“Gui amor, desculpa por não ter falado da minha doença antes, eu não queria te falar, pra não te preocupar, você me fez tão feliz, me senti tão viva, que preferi não tocar nesse assunto, mas hoje me fez mal em não te contar, em ter escondido todos esses 3 meses que passamos juntos. Você despertou em mim um amor que jamais outro garoto me fez sentir, me fez amar. Agradeço a Deus por ter colocado você em minha vida, e hoje eu vou embora, feliz por ter encontrado o único amor da minha vida, meu pequeno. Antes era só um cara que tinha batido sem querer em mim na calçada, hoje o menino que mais amei, amo e sempre vou amar, de todas as formas, mesmo eu não estando ai fisicamente, eu vou esta do seu lado, te protegendo, mesmo sem você perceber, eu vou te proteger de tudo e de todos, quem disse que a morte separa alguém, eu vou esta ai, sempre. Eu te amo com todas as minhas forças…”

Guilherme chorando, acompanha o enterro ao lado da família, e fica lá até todos irem embora, fica olhando o túmulo da sua pequena, com lagrimas no rosto abaixa, põem um Lírio no chão e diz:
-Eu vou sentir muito a sua falta meu grande amor. Eu te amo mais do que tudo e nunca vou te esquecer .
Se levanta, manda  um beijo ao vento, e sai deixando pra trás o símbolo do seu amor, a pequena flor.
Guilherme toda semana sai cedo de casa, e seu pais perguntam:
- Aonde você vai filho? – perguntam preocupados.
- Vou ao campo sentir a Mari, a minha pequena…

(UmaPequenaRomântica



De onde é essa cena?

(Source: lindagarotagay)


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